Notícia
20/08/2013 09:27
Apoio do Governo Federal tem impulsionado crescimento da Canoagem
Por meio de programas como o Bolsa-Atleta, investimentos e resultados na modalidade crescem expressivamente

São bons tempos para o esporte no Brasil. O país, que tinha um histórico de dificuldade em questões de patrocínio, apoio e estrutura para atletas de diversas modalidades, principalmente para esportes individuais, vê esse cenário mudando progressivamente. E as oportunidades e resultados não param de crescer. 


Desde 2005, o Governo Brasileiro mantém um programa de patrocínio individual de atletas, o Bolsa-Atleta. O público-alvo são atletas e paratletas de alto rendimento que obtêm bons resultados em competições nacionais e internacionais de sua modalidade. O programa garante condições essenciais para que se dediquem, com tranquilidade ao treinamento e competições locais, sul-americanas, pan-americanas, mundiais, olímpicas e paralímpicas.

Atualmente, são cinco as categorias de bolsa oferecidas pelo Ministério do Esporte: Atleta de Base, Estudantil, Nacional, Internacional e Olímpico/Paralímpico. Há pouco o ME iniciou a categoria Atleta-Pódio, onde as indicações de atletas são através do Ranking da modalidade, e análise de colegiado da modalidade, na Canoagem formado por: Ministério do Esporte, Comitê Olímpico Brasileiro, Confederação Brasileira de Canoagem e Banco Nacional do Desenvolvimento – patrocinador oficial da Canoagem Brasileira.

O Secretário Nacional de Esporte de Alto Rendimento do Ministério do Esporte, Ricardo Leyser, destaca o contínuo crescimento do programa “tanto em número de bolsistas quanto em orçamento anual”. Para ele, “essa progressão só é possível por causa da realização dos Jogos Olímpicos no Brasil, que impulsionou o esporte brasileiro e consequentemente os investimentos do governo em nossos atletas”. Leyser também ressalta a abrangência do programa. “A bolsa apoia desde os garotos que estão começando no esporte escolar até os atletas que sobem ao pódio nas grandes competições mundiais, passando por novos talentos que despontam em várias modalidades, como a Ana Sátila da Canoagem Slalom, o Hugo Calderano do tênis de mesa e tantos outros”.

Canoagem Brasileira em crescimento
O aumento dos números de investimentos na Canoagem Brasileira desde 2005, ano do início do programa, é bastante significativo e reflete positivamente no cenário de ascensão da modalidade. O investimento foi de 81 mil reais, do período de 2006, para 5 milhões e 51 mil durante o período de 2013/14. Um aumento de aproximadamente 6.000%. Já quanto ao número de atletas e suas categorias, o número dos atletas da categoria de Base foi de 0, em 2006, para 20 em 2013/14; os da categoria Nacional foram de 5 para 251 atletas; da categoria Internacional foram de 4 para 93 atletas e, a categoria Olímpica, conta agora com 3 atletas competindo no mais alto nível, num total de 367 atletas.

A Canoagem Slalom, que tem entre seus destaques a jovem Ana Sátila - que disputou os Jogos Olímpicos Londres 2012, com apenas 16 anos, e é promessa para o Rio 2016 - cresceu de três atletas na modalidade, em 2006, para 29 em 2013/14. Já a Paracanoagem,  modalidade que mais traz medalhas para o país, atualmente, foi de três atletas em 2008, para 21 em 2013/14.

O cenário, definitivamente, é de otimismo. Com a tendência destes números crescerem até 2016, aumentam cada vez mais as chances de vermos o Brasil bem representado na canoagem e em tantas outras modalidades nos Jogos Olímpicos Rio 2016. Que contemos com a esperança de ver nossa bandeira no lugar mais alto do pódio mais vezes em nossa própria casa. Certamente já estamos bem encaminhados para isso.

Visita do Ministério do Esporte ao Centro de Treinamento de Canoagem Velocidade
Na última sexta-feira (16) o chefe de divisão do Ministério do Esporte, Roberto Ribeiro Mourão, visitou o Centro de Treinamento da Canoagem Velocidade, localizado dentro das dependência do Yacht Club Paulista e patrocinado pelo BNDES via Lei de Incentivo ao Esporte. O intuito visita foi tirar todas as dúvidas do plano Brasil Medalha, o que pode o que não pode, como é o critério de indicação, explicar pra eles o critério de exclusão do plano.



“Na verdade o Bolsa-Pódio é uma parte do plano Brasil Medalha. A ideia vem Ministério e começou com um estudo, para criarmos um plano que nunca existiu na história do esporte brasileiro. Então foi feito um levantamento em conjunto com a Confederação, Comitê Olímpico Brasileiro e o Ministério do Esporte. A gente colheu informações para separar aquelas modalidades e os atletas de alta performance que tem a real possibilidade de ganhar medalha nos jogos olímpicos de 2016. Nós não temos todas as modalidades, o parâmetro que foi colocado são aquelas modalidades que já ganhamos medalha, continuarmos ganhando, e as outras que entraram, pelo estudo feito, em questão de ranking e resultados, nós estamos apostando, focando sempre as modalidades olímpicas e paraolímpicas individuais”, informou.








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