Notícia
30/01/2020 04:01
Paulo Moté assume a supervisão da Canoagem Oceânica
Atleta desde 1988, o novo gestor também é professor e já exerceu a função de diretor técnico e presidente de Associação e Federação

A partir deste ano a supervisão da Canoagem Oceânica estará nas mãos de Paulo Moté, o dirigente foi indicado pelo presidente da Confederação Brasileira de Canoagem, João Tomasini Schwertner como prevê o artigo 54 do estatuto da entidade, o novo supervisor indicou também dois membros do Comitê da modalidade: Bruno Pinheiro Chagas Machado de Salvador na Bahia e José Carlos de Souza de São Vicente, São Paulo. Na Comissão de Atletas está Hiel Gesã Peres de Queiroz e Luiz Wagner da Comissão de Clubes, como membro representante do clube vencedor do Brasileiro de 2019. Mote assume o lugar de Jefferson Sestaro que estava no cargo desde 2014.           
 
Paulo Moté começou sua carreira de atleta em 1988 e foi campeão brasileiro por 10 vezes, em algumas oportunidades exerceu a função de diretor técnico. Também foi presidente da FECAAERJ - Federação Carioca de Canoagem. Atualmente é Coordenador de Esportes de Alto Rendimento da Prefeitura de Angra dos Reis no Rio de Janeiro.
 
“A vida nos oferece desafios diários, mas o maior desafio neste caso é manter o padrão de organização do Sestaro pois este alavancou e aperfeiçoou esta modalidade. Não farei nada de forma solitária pois precisamos trabalhar coletivamente e democraticamente à medida do possível”, explica Moté.
 
Segundo ele os principais objetivos daqui pra frente será manter os praticantes atuais e buscar diminuir a média de idade incentivando mais as categorias júnior e sub-23 mais ativa desde a escolinha de cada Associação e também mapear os anseios das Associações representativas da modalidade e buscar atender as necessidades básicas ao menos. Além dos objetivos ele caracteriza como desafios a busca por modelos atrativos de eventos tanto para o público, patrocinadores e atletas e também no incentivo para a captação dos atletas nos eventos nacionais. “É muito caro para um canoísta ir e ele também não tem um retorno financeiro”, diz. Outro ponto levantado é quanto a troca de experiências em fóruns nacionais e/ou regionais da modalidade.
 
“Hoje a Canoagem Oceânica é elitizada e excludente onde o melhor equipamento e a condição financeira lhe garantem mais chances de se tornar um campeão. Por não ser olímpica e não oferecer o Bolsa Atleta o retorno do investimento é mais pessoal”, comenta. 
 
Para João Tomasini Schwertner, presidente da Confederação Brasileira de Canoagem – CBCa, a escolha de Mote foi pensada na continuidade do trabalho de crescimento que está acontecendo com a Canoagem Oceânica. “O Sestaro vinha fazendo um bom trabalho e tenho certeza que a escolha do Paulo Mote dará continuidade daqui pra frente, ele tem experiência de todos os lados, como atleta e também dirigente e pode trazer mais conteúdos também da academia, tendo em vista que ele também é professor. A modalidade só tem a ganhar”, fala. 

Confederação Brasileira de Canoagem

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