Notícia
04/08/2019 03:08
Canoagem Brasileira tem a melhor campanha no Pan
Ao todo foram conquistadas cinco medalhas de ouro e três de bronze e se consagra como a melhor campanha na edição dos Jogos

FOTO: Fábio Canhete - Canoagem Brasileira


A participação da Canoagem Brasileira fecha neste domingo (04) com chave de ouro, literalmente teve muitos ouros na Canoagem Slalom, foram quatro conquistadas por Ana Sátila no C1 e Canoagem Slalom Extremo Feminino e Pedro Gonçalves pelo K1 e Canoagem Slalom Extremo Masculino, além do bronze de Felipe Borges no C1 Masculino. Somando essas conquistas com a Canoagem Velocidade que garantiu um ouro e dois bronzes e se torna a melhor campanha da Canoagem nos Jogos Pan-americanos.
 
Pedro Gonçalves teve um dia histórico na sua carreira, o atleta garantiu duas medalhas de ouro, superou sua campanha na edição passada do Pan realizado em Toronto no Canadá quando conquistou uma prata no K1 Masculino e agora somou a nova modalidade pan-americana o Canoagem Slalom Extremo. “Passa um filme, esse ainda não é meu sonho, mas é uma etapa. Vir aqui como favorito e fazer o favoritismo valer a pena, essa medalha de ouro tem um gostinho muito especial pra mim e nada disso teria sentido se não tivesse a torcida por mim”, fala Pepe.
 
Ana Sátila também fez bonito e trouxe duas medalhas de ouro, uma no C1 Feminino no qual é bicampeã e outra no Canoagem Slalom Extremo Feminino. Ela venceu com facilidade suas concorrentes, administrou bem a prova e seu favoritismo. “’É uma sensação incrível é um alívio muito grande voltar pra casa com duas medalhas de ouro, ao mesmo tempo estou celebrando e já pensando na próxima competição”, comenta Sátila.
 
Outra importante conquista foi no C1 Masculino, Felipe Borges ganha novamente a medalha de bronze na categoria e por pouco não ficou com a prata a diferença entre Borges e o argentino Sebastian Rossi que garantiu o segundo lugar, a diferença entre os dois foi de 0.60s. Quem conquistou o ouro foi o norte-americano Zachary Lokken. “Eu fico muito feliz de representar Foz do Iguaçu e o Brasil inteiro, estava com expectativa de trazer o ouro, não foi desta vez agora é focar em trazer a vaga olímpica para Tóquio”, comenta.
 
Penalidade máxima para Omira
O Brasil quase saiu com mais uma medalha em Lunahuaná, Omira Estácia disputando o K1 Feminino estava fazendo uma boa descida, chegou a fazer o segundo melhor tempo, mas não cruzou a baliza 17 e levou a penalidade máxima que acresceu 50 segundos ao seu tempo. Por causa disso ela ficou fora do pódio.
 
Participação da canoagem no Pan
Até o momento foi a melhor campanha da Canoagem Brasileira nos Pan-americanos, foram conquistadas ao todo cinco medalhas de ouro e três bronzes superando Toronto em 2015 quando foram três ouros, seis pratas e cinco bronzes. “Foi um trabalho coordenado, com apoio do COB, é um caminho para chegar a Tóquio, queremos melhorar e ampliar o trabalho”, afirma João Tomasini Schwertner, presidente da Confederação Brasileira de Canoagem.
 
Tomasini também comentou como está o processo em relação a tornar a Canoagem Slalom Extremo uma modalidade olímpica. “A Federação Internacional está discutindo com a organização de Paris 2024 para a inclusão”, finaliza.
 
 
Veja os integrantes da Equipe Brasileira:
Ana Sátila
Marina Souza
Omira Estácia
Fabio Rodrigues
Felipe Borges
Pedro Gonçalves “Pepê”
 
Técnico
Cassio Ramon Petry
 
Chefe de Equipe 
André Luis Behs

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Apoio
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