Notícia
21/11/2017 01:11
Australiano Cory Hill é bicampeão no Mundial de Canoagem Oceânica em Hong Kong
Austrália e África do Sul confirmam o favoritismo na modalidade

Foto: Federação Internacional de Canoagem


Neste final de semana Hong Kong sediou o Campeonato Mundial de Canoagem Oceânica, e Austrália e África do Sul confirmaram que são as maiores potências da modalidade. Os dois países dominaram a competição em praticamente todas as modalidades.
 
Na madrugada de sexta (17) para sábado (18), aconteceu a prova feminina, às 10h30 em Hong Kong, meia noite no Brasil. As atletas encontraram um cenário sem ondas e sem vento, o que exigiu muita força para completar os 22km do percurso. Depois de 1h55m23s de prova a sul-africana Hayley Nixon finalizou a prova e se tornou a primeira campeã mundial de 2017. Michelle Burn, também da África do Sul e Teneale Hatton, da Nova Zelândia completaram o pódio.
 
Já na noite de sábado (18) para domingo (19) aqui no Brasil aconteceu a prova Masculina. Às 10h de Hong Kong os atletas entraram em um mar com grandes ondas e um vento soprando. Mesmo com a ondulação desalinhada com o percurso os atletas competiram em uma típica corrida de Ocean Racing. Se aproveitando das condições do percurso o australiano Cory Hill foi o primeiro a finalizar a prova e se tornou bicampeão mundial de Canoagem Oceânica. A África do Sul completou o pódio com os atletas Hank McGregor e Jasper Mocke, respectivamente.
 
 
O melhor colocado brasileiro foi o atleta da categoria Open Luiz Wagner Pecoraro, na 34ª colocação, Alexandre Felipe Nascimento terminou a prova três posições atrás de Pecoraro, na 37ª colocação. João Pedro Vieira Miguel competiu na categoria Júnior (U18) e finalizou a prova na 11ª posição. O outro atleta brasileiro participou da categoria 60+, Victor Levy desviou do percurso e acabou retirado da prova. Nenhum atleta desta categoria finalizou o percurso.
 
Para Jefferson Sestaro, o supervisor da modalidade junto à CBCa, o resultado foi dentro do esperado. “O resultado em si foi satisfatório. Todos os atletas podem melhorar suas posições, tivemos alguns fatores que atrapalharam um pouco mas no geral estamos dentro do esperado. O Victor poderia ter finalizado a prova, mas como nenhum outro atleta de sua categoria chegou à linha de chegada é um resultado aceitável”. Agora o foco da modalidade vira para 2018, e para os desafios de um novo ano. “Agora vamos trabalhar nas competições do ano que vem. Esperamos aumentar a qualidade dos atletas para podermos ter um time maior no Mundial de 2018, França”, completa Sestaro.
 

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